Arquivo da categoria ‘AC/DC’

Susan Boyle revelou um desejo musical um tanto inusitado: gravar uma música com a banda AC/DC. A cantora escocesa anunciou durante entrevista no programa “Down Under”, de Shane Warne, que gostaria de fazer um cover de um dos hits da banda.

“O que você quer? Você terá, vamos nessa. Vamos lá, estarei pronta quando vocês [o AC/DC] estiverem“, disse Boyle sobre uma possível parceria.

Mas será um desejo real ou jogada de marketing? Em novembro a cantora disse que estava pronta para “agitar” com Rihanna, se ela assim o desejasse…

Fonte | Gigwise
Foto | Divulgação

Zack de la Rocha, vocalista do Rage Against the

Machine, no Rock in Rio Madri (Foto: Andrea

Cornas/Reuters)

Já na categoria álbum do ano, são 16 os concorrentes. Entre eles estão os novos discos de Iron Maiden, Pearl Jam e The Scorpions.

O AC/DC também está concorrendo em relançamento do ano, junto com The Rolling Stones, Judas Priest, Black Sabbath, Jimi Hendrix, The Beatles, David Bowie entre outros.

O prêmio acontece no dia 10 de novembro em Londres e será apresentado pelo cantor Alice Cooper.

Há 30 anos, foi lançado Back in Black, o disco emblemático da banda australiana AC/DC, mas o passar do tempo não desbotou sua capa preta e nem a atmosfera que o envolveu.

Reza a lenda que quando Bon Scott, primeiro vocalista do grupo, gravou o disco Highway to Hell (1979), ele pressentia sua morte e encarou a canção homônima como uma despedida, que seria seguida, em 25 de julho de 1980, pelo principal álbum do grupo: Back in Black.

Com as faixas Hells Bells, Shoot to Thrill, What Do You Do for Money Honey, Giving The Dog a Bone, Let Me Put My Love into You, Back in Black, You Shook Me All Night Long, Have a Drink on Me, Shake a Leg e Rock and Roll Ain’t Noise Pollution, o álbum marcou a história da música.

Razões não faltam – e não são exageros -, já que o disco marcou o início de uma nova etapa do grupo, com o vocalista Brian Johnson, que, com seu particular timbre de voz, deu o tom característico às músicas do AC/DC.

Quando Scott estremeceu o mundo ao cantar Highway to Hell em 1979, para depois morrer de uma intoxicação alcoólica em 19 de fevereiro de 1980, tudo indicava que uma lenda estava por nascer.

Bastaram cinco meses para que a banda australiana curasse suas feridas, reaparecesse com um novo vocalista e lançasse, no dia 25 de julho daquele ano, Back in Black, um trabalho que encerrou muitos simbolismos e se tornou uma lenda.

O som do AC/DC tinha ficado mais intenso, soava fúnebre e dava a Back in Black um tom de homenagem à morte de Scott. Toda essa atmosfera sombria foi peça-chave para o rótulo de banda satânica adquirido pelo AC/DC desde o disco Highway to Hell, em cuja capa o guitarrista Angus Young aparece com um chapéu com chifres de demônio.
Pais proibiram seus filhos de escutar Back in Black, o que foi a melhor coisa que poderia ter acontecido com o grupo, já que aumentou a curiosidade por suas músicas tão temidas. Como era de se esperar, as vendas do álbum dispararam e alcançaram níveis incríveis para um grupo que tocava rock pesado.

Back in Black vendeu mais de 50 milhões de cópias, número que o tornou o segundo disco mais vendido da história da música, apenas abaixo de Thriller (1982), de Michael Jackson.

Além disso, em 13 de dezembro de 2007, recebeu o certificado 22x Multi Platinum da Associação da Indústria Fonográfica dos Estados Unidos (RIAA, na sigla em inglês), pela venda de mais de 22 milhões de cópias no país.

O álbum, produzido por Robert John Mutt Lange, foi gravado durante os meses de abril e maio de 1980 nos Compass Point Studios em Nassau, nas Bahamas, e nos Electric Lady Studios, em Nova York. E seu sucesso continua crescendo.

O disco foi reeditado em 1994 e lançado em edições especiais como parte de Bonfire, um box de discos lançado em 1997, além das remasterizações dos álbuns do AC/DC feitas por George Marino em 2003.

A última versão especial foi lançada há seis anos em um formato duplo, que inclui um versão com o som melhorado e um documentário que fala sobre a história do disco.

Ser um rockstar deve ser muito bom, principalmente quando sua banda, mesmo após 30 anos de carreira ainda consegue fazer uma turnê com a segunda maior arrecadação da história.
Os veteranos do AC/DC terminaram a turnê mundial de Black Ice e devem estar com sorriso de orelha a orelha, a banda fez cerca de 168 shows para mais de 4 milhões e 900 mil pessoas e arrecadaram um total de 441,6 milhões de dólares.

A única banda que está a frente desta marca são os, também “dinossaúricos”, Rolling Stones que com a Bigger Band Tour, que durou de 2005 a 2007, levaram cerca de 559,1 milhões para casa.

Com cifras assim fica fácil entender porque eles se mantêm na ativa depois de tantos anos.


Napalm Death, Rolo Tomassi e The Plight foram confirmados no megaevento Download Festival 2010. Eles se juntam a bandas de grande sucesso, como Deftones, Rage Against the Machine e Aerosmith.

O Download Festival 2010 acontece nos dias 11, 12 e 13 de junho em Donington Park, na Inglaterra. Além das bandas supracitadas, várias outras como Megadeth, Motörhead, Stone Temple Pilots e Billy Idol, também comparecerão ao show.

O megaevento será divido em quatro palcos, sendo que um deles terá um dia totalmente dedicado ao AC/DC. A lista completa poderá ser conferida no site http://www.downloadfestival.co.uk

Brian Johnson, 62, durante show do AC/DC em São Paulo (Foto: Keiny Andrade/AE)

Os roqueiros anglo-australianos do AC/DC têm uma mensagem para os roqueiros decididos a fazer o bem: parem de pregar sermões ao público sobre doar dinheiro para caridade.

Em entrevista ao jornal australiano “The Daily Telegraph”, o vocalista da banda, Brian Johnson, disse que as pessoas não querem celebridades ricas, como Bob Geldof e Bono, lhes dizendo para pensarem em crianças morrendo de fome.

“Eu não fico mandando todo mundo dar dinheiro, nem todos podem”, disse Johnson, cuja banda recebeu o primeiro Grammy de seus 37 anos de carreira no último fim de semana — o de melhor performance de hard rock, pela canção “War machine”.

“Quando era trabalhador, não queria ir a um show para ouvir algum bastardo… falar comigo em tom de superioridade, dizendo que eu deveria estar pensando em alguma criança na África”, declarou.

Caridade na TV

Johnson disse que sua banda prefere fazer trabalhos para caridade em particular, gastando um pouco de seu próprio dinheiro.

“Faça um show beneficente, tudo bem, mas não na televisão mundial”, disse ele.

As declarações do vocalista foram publicadas no momento em que o AC/DC se prepara para partir, na próxima semana, em sua primeira série de shows australiana em nove anos, depois de já ter percorrido várias partes do mundo em sua turnê mundial “Black Ice”.

O álbum homônimo, o primeiro lançado pela banda em sete anos, já vendeu cerca de 6,7 milhões de cópias em todo o mundo.

Aposentadoria

Brian Johnson tem 62 anos e assumiu como vocalista do AC/DC após a morte de Bon Scott, em 1980, por intoxicação alcoólica. Ele disse que não tem planos de se aposentar.

“É claro que não quero me aposentar. Mas estou lhe dizendo: se o corpo ou a voz deixarem de funcionar, não vou poder fazer nada. Orgulho é isso. Você não quer decepcionar você mesmo, a banda ou os fãs. Vou continuar enquanto eu conseguir”, concluiu.

Veja fotos do show do AC/DC em SP

Publicado: novembro 28, 2009 em AC/DC

Às 21h35, começa o show do AC/DC no Morumbi. (Foto: Keiny Andrade/AE)

Celulares registram imagens do palco (Foto: Diego Assis)

Banda de heavy metal toca na noite desta sexta no Morumbi. (Foto: Keiny Andrade/AE)

A banda AC/DC, que faz show em São Paulo nesta sexta-feira. (Foto: Reuters)

Mapa do Estádio do Morumbi, em São Paulo, para o show do AC/DC. (Foto: Divulgação)

Treze anos depois de sua última passagem pelo Brasil, a banda AC/DC traz
seu hard rock de altíssima voltagem a São Paulo em show único marcado para
a noite desta sexta-feira (27) no estádio do Morumbi.

Globo Rádio: ouça uma seleção com sucessos do AC/DC

Os cerca de 65 mil
ingressos para todos os setores já estão esgotados.

Fundado pelos irmãos escoceses Angus e Malcom Young em 1973, na Austrália,
o grupo toca no Brasil com a sua formação mais conhecida, que inclui Cliff
Williams no baixo, Phil Rudd na bateria e Brian Johnson, que assumiu os
vocais em 1980 logo após a morte do lendário Bon Scott.

O repertório da apresentação, marcada para começar às 21h30 logo após a
abertura de Nasi e Andreas Kisser, deve ser praticamente o mesmo dos shows
que o AC/DC vem fazendo desde outubro de 2008, início da turnê do álbum
“Black ice”, 15º e mais recente trabalho de estúdio da banda. Um dos
discos mais vendidos em todo o mundo no ano passado, “Black ice” preserva
a sonoridade direta e os riffs grudentos que fizeram a fama dos irmãos
Young, tendo como carro-chefe a faixa “Rock’n roll train”.

As músicas novas serão intercaladas com hits dos álbuns fundamentais do
AC/DC: “Back in black” (1980) – primeiro da banda já com Johnson como
cantor -, “Highway to hell” (1979) e “Let there be rock” (1977). Veja a
lista completa das canções no final deste texto (atenção, spoiler!).

Conhecidos pelo som muito alto e pela cenografia caprichada – quem os viu
por aqui em 1996 não se esquece da boneca inflável gigante que enfeitava o
palco -, os roqueiros prometem montar uma estrutura de 78 metros de área,
formada por seis toneladas de equipamentos.

Depois da apresentação no Brasil, a banda segue para a Argentina onde deve
fazer mais três shows lotados no estádio do River Plate, em Buenos Aires.

Em seu site oficial, o http://www.acdc.com, os músicos deixaram um recado para
que os fãs que forem aos shows enviem seus registros. “A todos os
roqueiros da América do Sul, vistam seus chifres de diabo, tragam as
câmeras, nós queremos algumas fotos das festividades.”

Confira a seguir o provável repertório do show do AC/DC no Morumbi.

1. “Rock’n roll train” – de “Black ice” (2008)
2. “Hell ain’t a bad place to Be”- de “Let there be rock” (1977)
3. “Back in black” – de “Back in black” (1980)
4. “Big Jack” – de “Black ice” (2008)
5. “Dirty deeds done dirt cheap” – de “Dirty deeds done dirt cheap” (1976)
6. “Shot down in flames” – de “Highway to hell” (1979)
7. “Thunderstruck” – de “The razor’s edge” (1990)
8. “Black ice” – de “Black ice” (2008)
9. “The Jack” – de “T.N.T.” (1975)
10. “Hells bells” – de “Back in black” (1980)
11. “Shoot to thrill” – de “Back in black” (1980)
12. “War machine” – de “Black ice” (2008)
13. “Dog eat dog” – de “Let there be rock” (1977)
14. “You shook me all night long” – de “Back in black” (1980)
15. “T.N.T.” – de “T.N.T.” (1975)
16. “Whole lotta Rosie” – de “Let there be rock” (1977)
17. “Let there be rock” – de “Let there be rock” (1977)

BIS

18. “Highway to hell” – de “Highway to hell” (1979)
19. “For those about to rock (We salute you)” – de “For those about to
rock” (1981)

AC/DC – Black Ice World Tour

Quando: 27 de novembro (sexta), às 21h30

Onde: Estádio do Morumbi, Pça. Roberto Gomes Pedrosa – São Paulo

Quanto: R$ 150 a R$ 300

Capacidade: 65 mil lugares

Duração: aproximadamente 2h30
Informações:
http://www.showacdc.com.br/
Classificação etária: não será permitida a entrada de menores de 12 anos; 12 anos a 15 anos: permitida a entrada (acompanhados dos pais ou responsáveis legais); a partir de 16 anos: permitida a entrada (desacompanhados)

A banda AC/DC, que faz show em São Paulo em novembro. (Foto: Reuters)

A banda de hard rock australiana AC/DC anunciou nesta terça-feira (29) que vai lançar uma caixa chamada “Backtracks”, uma retrospectiva de raridades dos 36 anos de carreira do grupo. Com duas versões, uma simples e outra luxuosa, a caixa deve ser lançada no dia 20 de novembro. A versão de luxo já pode ser encomendada no site acdcbacktracks.com, e custa US$ 457 (R$ 836).

A caixa de luxo terá três CDs de raridades ao vivo e de estúdio, dois DVDs, um disco de vinil, um livro de 164 páginas, além de outros mimos, como uma palheta de guitarra oficial. O box mais simples vai trazer apenas dois CDs e um DVD.

Também nesta terça-feira (29) o grupo anunciou que vai adiar para novas datas, ainda indefinidas, alguns dos shows que faria durante a turnê norte-americana, começando com a apresentação em Phoenix desta quinta-feira (1º).

A turnê deve ser retomada apenas no dia 16 de outubro, em Washington. Segundo o site oficial do AC/DC, o vocalista Brian Johnson passou por um procedimento médico e precisa descansar. A banda se apresenta em São Paulo no dia 27 de novembro.

A banda AC/DC, que faz show em São Paulo em novembro. (Foto: Reuters)

Os ingressos para o show do AC/DC em São Paulo começarão a ser vendidos no dia 1º de outubro, informa a produtora Time for Fun. A banda fará uma única apresentação na cidade em 27 de novembro, no Estádio do Morumbi.

Segundo a produtora, as vendas serão abertas no site Ticket Master às 0h01 do próximo dia 1º. Os ingressos também poderão ser adquiridos pelos telefones (11) 2846-6000 (para vendas em São Paulo) e 0300-789-6846 (para outras cidades), a partir das 9h da mesma data. As entradas estarão ainda disponíveis na bilheteria do Credicard Hall (Avenida das Nações Unidas, 17.955 – Santo Amaro), após o meio-dia.

O valor dos ingressos para a pista é de R$ 250. Há a opção de cadeira inferior (R$ 250) e cadeira superior (R$ 300). As arquibancadas do Morumbi também estarão disponíveis nos valores de R$ 150 (arquibancada laranja), R$ 170 (arquibancada azul e vermelha) e R$ 190 (arquibancada vermelha especial). Estudantes pagam meia-entrada.

O show do AC/DC em São Paulo faz parte da turnê “Black Ice World Tour”, a primeira que a banda faz em oito anos. Segundo informa o grupo, o palco da apresentação tem 78 metros e acumula seis toneladas de equipamentos e cenário.

O repertório da apresentação é baseado nas músicas do disco mais recente da banda, “Black ice”, lançado no ano passado, além de hits que marcaram os 36 anos de carreira do grupo formado por Brian Johnson (vocais), Angus Young (guitarra), Malcolm Young (guitarra e backing vocal), Cliff Williams (baixo) e Phil Rudd (bateria).

A turnê começou no dia 28 de outubro de 2008 nos Estados Unidos e já passou pela Noruega, Suécia, França, Bélgica, Alemanha, Itália, entre outros países.