Arquivo da categoria ‘Filmes 2010’

O filme “Megamente” foi líder de bilheteria ao estrear nos Estados Unidos, no último final de semana. Mas essa não é a única animação a garantir bons resultados na semana.

O estúdio Universal divulgou que “Meu Malvado Favorito” (Despicable Me) atingiu a marca de US$ 500 milhões em bilheteria em todo o mundo no último dia 6 de novembro, firmando-se em segundo lugar entre os mais assistidos do ano.

 O longa estreou no Brasil em 6 de agosto e também liderou as bilheterias por aqui na época da estreia.

http://www.youtube.com/v/0OTViVgy7N0?fs=1&hl=pt_BR

  • Jogos Mortais – O Final   é o mais visto no EUA (2010)Saw 3D: The Traps Come Alive
  • Vistos no Brasil
  • TROPA DE ELITE 2
  • ATIVIDADE PARANORMAL 2
  • GARFIELD 3D – UM SUPER HERÓI ANIMAL
  • COMER REZAR AMAR
  • A SUPREMA FELICIDADE
  • JUNTOS PELO ACASO
  • GENTE GRANDE
  • ATRAÇÃO PERIGOSA (2010)
  • A LENDA DOS GUARDIÕES
  • FEDERAL
  • Vistos nos EUA

      CONVICTION

      Fonte:R7

      Arnaldo Jabor volta nostálgico em “A Suprema Felicidade” – Colherada Cultural

                Filme A Rede Social é o mais visto no EUA.

    1. 10 MaisVistos no Brasil:
    2. TROPA DE ELITE 2
    3. A LENDA DOS GUARDIÕES
    4. COMER REZAR AMAR
    5. GENTE GRANDE
    6. NOSSO LAR
    7. OS VAMPIROS QUE SE MORDAM
    8. RESIDENT EVIL 4: RECOMEÇO
    9. WALL STREET: O DINHEIRO NUNCA DORME
    10. O ÚLTIMO EXORCISMO
    11. EU E MEU GUARDA-CHUVA
    12. 10 Mais Vistos nos EUA

        Dakota Fanning e Kristen Stewart são Cherie Currie e Joan Jett em ”The Runaways”
        SÃO PAULO (Reuters) – Na adolescência, Joan Jett queria aprender a tocar guitarra, mas um professor de violão insistia: guitarra não é coisa de mulher. E, mais uma vez, tentava ensinar-lhe uma musiquinha quase infantil – para desespero da garota, que se revoltava e, mais tarde, se tornaria uma das maiores roqueiras do mundo.

         Ao menos essa é a história de “The Runaways – As Garotas do Rock”, que estreia em circuito nacional.
        Kristen Stewart – a Bella da série “Crepúsculo” – interpreta Joan. A personagem tem um papel importante no longa da diretora estreante Floria Sigismondi, mas o filme é mais sobre Cherie Curie, cantora e colega de Joan na banda The Runways, do que sobre a guitarrista, que acaba ficando para segundo plano na história. Cherie é interpretada por Dakota Fanning, que aliás também participa da série “Crepúsculo”.
        O filme acompanha a ascensão da banda The Runaways – que teve seu auge entre 1975 e 1979 – um processo regado a drogas e sexo. Tudo isto é retratado de forma um tanto branda em se tratando da liberdade dos anos 1970. Por sua vez, o visual do filme, com diferentes texturas, cores e luzes, traduz bem o que era ser jovem naquela época, dominada pelos excessos da era pré-Aids.
        No centro da trama estão Joan, Cherie e o homem que as uniu: o empresário Fowley (Michael Shannon, de “Foi apenas um sonho”). Ele teve a percepção de unir o talento musical de Joan com a beleza e a ferocidade de Cherie, criando logo o hit “Cherry Bomb”.
        As meninas eram o que se chama “jailbait” (em bom português, “chave de cadeia”). Menores de idade, elas transferiram para a música, coreografia e figurinos seus hormônios juvenis em ebulição. A combinação rendeu milhões e a fama repentina.
        Há no filme um dilema entre ser a mulher-objeto que satisfaz as fantasias mais sórdidas (Cherie) ou manter-se fiel aos seus ideais e ao amor pela música (Joan). A escolha foi feita pelas personagens. Na vida real, como o filme mostra sem muita profundidade, Cherie mergulha num oceano de egolatria e autodestruição, que culmina em internações para desintoxicação.
        O filme não procura fazer julgamentos, focando-se em retratar as artistas enquanto jovens. Neste sentido, “The Runaways” é mágico. Em sua época, a banda tornou-se uma febre mundial, como se observa numa apresentação delas em Tóquio, abarrotada de adolescentes histéricas que se vestem e maquiam como seus ídolos. Nada mal para duas garotas de 16 anos que, meses antes, contentavam-se em imitar David Bowie.
        Há muito Dakota não surpreendia no cinema. Relegada ao posto de coadjuvante na série “Crepúsculo”, em “The Runaways” ela volta a dar sinais do talento promissor demonstrado em filmes como “Uma Lição de Amor”. Ela domina a cena ao encontrar a dimensão humana por trás da fama de Cherie.
        Por isso, o filme é muito mais que apenas a biografia de uma banda de rock feminina. Kristen também mostra que seu talento é muito maior do que os suspiros e olhares perdidos no horizonte de Bella. Ainda assim, “The Runaways…” pertence a Dakota, até porque sua personagem é mais interessante e complexa.

        Mais de três décadas depois, Joan provou que seu professor estava errado e que o rock seria sua vida. “Eu amo rock and roll” é o título e refrão de uma de suas músicas mais famosas. Cherie talvez não gostasse tanto assim de música e a fama pode ter sido obra do acaso. Independentemente disso, a história delas rendeu um filme bastante empolgante.
        (Por Alysson Oliveira, do Cineweb)
        * As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb

        Julia Roberts levou a melhor no final de semana. “Comer, Rezar, Amar” (Eat, Pray, Love, 2010), que conta com a atriz no papel principal, foi o mais assistido nos cinemas brasileiros e arrecadou mais de R$ 3 milhões em bilheteria.

         Na história, Julia vive Liz Gilbert uma mulher infeliz com a vida que leva, que resolve largar tudo e viajar pelo mundo.
        Confira os mais assistidos entre os dias 1 e 3 de outubro:

        Comer, Rezar, Amar
        R$ 3.513.946,00
        Resident Evil 4: Recomeço R$ 2.203.212,00
        Gente Grande: R$ 2.035.530,00
        Nosso Lar: R$ 1.870.618,00
        Os Vampiros que se Mordam : R$ 1.147.217,00

        http://www.youtube.com/v/rsMfFFUzf-0?fs=1&hl=pt_BR

        O filme “Comer, Rezar, Amar” (Eat, Pray, Love, 2010) chega aos cinemas nesta sexta-feira (01). Na história, a personagem, vivida pela atriz Julia Roberts, cansada da vida monótona que leva, decide viajar pelo mundo e mudar seu destino. 

        Claro que abandonar tudo pode não ser a primeira opção para a maioria das pessoas, mas uma pequena mudança na rotina é sempre ser bem-vinda.
         Pensando nisso, foi criado no Brasil um site relacionado ao filme que dá opções de comer, rezar e amar quando o internauta indica o endereço em um aplicativo do Google Mapas.
        Para participar e encontrar as sugestões de endereço, clique no link abaixo.

        #caixa-links-noticia{border:1px solid #e7e7e7;float:right;width:250px;margin:0 10px 10px; padding:10px 20px 30px 30px;} #caixa-links-noticia li{width:100%;background:url(/_imagens/imgs-noticias/bullet.jpg) no-repeat left 3px;float:left;clear:left;padding-left:11px;margin:20px 0 0;} #caixa-links-noticia li a{color:#e01d03;text-decoration:underline;font-size:11px;line-height:13px;} #caixa-links-noticia .titulo-2 {clear:left;color:#E01D03;float:left;font-family:century gothic;font-size:23px;margin-top:11px;}

        Links
      1. Mudança de rotina
      2. Shia LaBeouf e Michael Douglas em cena de O Dinheiro Nunca Dorme

        “Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme” retrata com precisão crise financeira americana e é filmão de Oliver Stone – Colherada Cultural

        Julia Roberts e Javier Bardem na première do filme
        ‘Comer, rezar, amar’, em cinema de Nova York
        (Foto: AFP)

        “Comer, rezar, amar” chega às telas nesta sexta-feira (1º) com a expectativa de transpor para o cinema o sucesso do livro homônimo. Para isso, foram escalados a atriz Julia Roberts, no papel da autora Elizabeth Gilbert, e Javier Bardem, para o seu par romântico, o brasileiro Felipe.
        A história autobiográfica fala sobre Liz que, apesar do sucesso profissional e pessoal, sente-se vazia. Para se preencher, a escritora decide reencontrar os seus prazeres perdidos, como o gosto pela boa comida. Ou o conforto de uma religião, principalmente uma exótica para os ocidentais. Por isso, ela escolhe visitar a Itália e Índia, respectivamente.
         A Tailândia é escolhida para que Liz possa se reencontrar com um guru, que tinha previsto que ela voltaria. Mas lá ela encontra o terceiro caminho desse tripé, ao conhecer Felipe. Javier Bardem até se arrisca em algumas palavras e expressões em português, como “falsa magra”, mas sempre escorrega no sotaque.

        Além dessa história de redescoberta, o filme se baseia também em boas histórias laterais que enriquecem o caminho de Liz – e alongam o filme, talvez um pouco além da conta. Na Itália, ela conhece um grupo que a adota, levando-a para restaurantes e até para casas de campo, onde passam o feriado de Ação de Graças. É na Itália que ela começa a aprender a relaxar e a alegria de não fazer nada – o famoso dolce far niente.

        Na Índia, ela conhece Richard (Richard Jenkins), um texano que implica com o seu jeito, até que se torna seu amigo e uma espécie de mestre, mesmo com pouca relação com a religião. Na Tailândia, ela reencontra o seu verdadeiro guru, que propõe que ela encontre o equilíbrio entre o prazer e a censura. Também em Bali, ela é apresentada para uma curandeira, que, junto com a sua filha, são responsáveis pelo momento mais emocionante do longa.

        Ponto fora da curva de todo o longa, os italianos são retratados de maneira caricatural, como já tinham alertados os jornais da Itália. O mesmo não acontece com os indianos, tailandeses, nem mesmo com o solitário brasileiro interpretado por Bardem. Aliás, Liz elogia “os brasileiros”, por serem amáveis. E o filme homenageia a música nacional, com citações como o “Samba da benção”, aquele que diz que “é melhor ser alegre que ser triste”.

        Talvez porque o filme seja em primeira pessoa, com Gilbert contando as suas próprias experiências na passagem por essas três diferentes culturas, e suas reações a cada uma delas, vemos que o filme não se trata de um manual de auto-ajuda. Ela mesma refuta seguir à risca os ensinamentos hindus quando passa pela Índia, por exemplo. Como se mostrasse que, mesmo as religiões não são – ou não deveriam ser – dogmas impostos, mas sugestões de comportamento.

        Mas o maior mérito do longa é não ser direcionado apenas para as mulheres, ou melhor, para esse tipo de mulher que, após conseguir a independência, voltou-se para a casa e, mesmo assim, não consegue encontrar a felicidade. Ele mostra que esse comportamento, essa busca por algo exterior – trabalho, casamento, filhos, etc. – é inócua. “Comer, rezar, amar” é um filme amplo, leve, que vai fazer a alegria delas e, até mesmo, deles.

        Chega nessa terça-feira às lojas e locadoras os DVDs e Blu-ray de “Homem de Ferro 2” (Iron Man, 2010). O filme levou aos cinemas a sequência das aventuras de Tony Stark (Robert Downey Jr.) e apresentou novos personagens, como Whiplash (Mickey Rourke) e Viúva Negra (Scarlett Johansson). “Iron Man 2” teve bilheteria mundial de US$ 312 milhões.
         O longa chega ao home vídeo em quatro versões diferentes: DVD Single (nas lojas e locadoras), DVD duplo com extras inéditos (lojas e locadoras), Blu-ray duplo (lojas e locadoras) e Pack 1+ 2 Blu+ray, com “Homem de Ferro 1” e “Homem de Ferro 2”, além dos extras.