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Organização do evento tem 30 dias para resolver o problema.Segundo o Procon, taxa de conveniência de 20% é ilegal.

Os consumidores que tiverem problemas para completar a operação de compra de ingressos para o show de Madonna, tanto por telefone quanto pela internet, devem deixar sua reclamação registrada com os organizadores, aconselha Mariana Alves, advogada do Idec – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor. Segundo ela, quem fizer a compra e não receber o comprovante de pagamento deve entrar em contato com a organização do show por telefone ou e-mail e tirar uma cópia da fatura do cartão de crédito ou extrato bancário. “Ela serve como comprovante de que a operação foi realizada”, diz. Ao ligar para a organização, o consumidor deve anotar o nome do funcionário e solicitar um número de protocolo para que a reclamação fique registrada, aconselha. “Pelo código do consumidor, o fornecedor do serviço – no caso, a organização do evento – tem um prazo de 30 dias para resolver o problema”, afirma Mariana. “Se ele não for solucionado, o consumidor deve procurar o Procon.”

Segundo Procon, taxa de conveniência é ilegal
Além dos problemas enfrentados pelos fãs na compra por telefone e internet na madrugada desta segunda-feira (1º), outro fator está deixando os consumidores revoltados: a taxa de conveniência de 20% que é cobrada na compra pela internet e também para quem se dirige ao Via Parque Shopping. De acordo com o sub-secretário adjunto dos direitos do consumidor, Dr. José Teixeira Fernandes, do Procon-RJ (Programa de Orientação e Proteção ao Consumidor), a prática é considerada ilegal. “O Procon está atento e afirma que essa cobrança não tem nenhum amparo legal. A fiscalização está no Maracanã e as empresas onde forem constatadas práticas abusivas poderão ser autuadas e multadas em até 300 milhões de Ufirs (mais de R$ 5 milhões)”, disse o sub-secretário.

A Time For Fun alega que a taxa de conveniência é cobrada em estruturas adicionais de venda, colocadas à escolha e conveniência do consumidor. “O consumidor não é obrigado a pagar a taxa de conveniência, já que pode adquirir seu ingresso na bilheteria oficial do evento.”(Colaborou Carolina Lauriano


O cantor britânico Morrissey (Foto: Divulgação)

Morrissey adiou de setembro para o início de 2009 o lançamento de seu novo álbum, informou o agente do cantor britânico.
Não foram dadas outras informações sobre a mudança da data de lançamento de “Years of refusal”, que será o primeiro disco de Morrissey pela Polidor Records.
O álbum tem 12 faixas e foi produzido por Jerry Finn, que sofreu uma hemorragia cerebral grave e permanece hospitalizado em Los Angeles. Finn produziu “You are the Quarry”, álbum de Morrissey de 2004.
“Years of Refusal” virá depois de “Ringleader of the Tormentors”, que saiu em 2006 pela Sanctuary Records e vendeu 98 mil cópias nos EUA, segundo a Nielsen SoundScan.

Usuários de P2P estão na mira do governo britânico (Foto: Divulgação)

Os setores de música e cinema do Reino Unido lançaram um contra-ataque que tem por alvo a pirataria on-line ao persuadirem os seis maiores provedores de acesso à Internet no país a enviar cartas de advertência a suspeitos de trocas ilegais de arquivos.
Estima-se que cerca de seis milhões de britânicos se envolvam em trocas ilegais de arquivos a cada ano, e a tendência custou ao setor de música e ao de cinema milhões em receitas perdidas.
Os provedores argumentavam anteriormente que eles são apenas provedores de infra-estrutura e que não respondem pelo conteúdo. Mas aceitaram o acordo depois que o governo britânico anunciou que imporia legislação sobre o assunto, caso eles não agissem para conter a troca ilegal de arquivos.
Os analistas disseram que o plano provavelmente assustaria os usuários mais jovens e os levaria a abandonar os sites ilegais. Os jovens muitas vezes baixam conteúdo sem o conhecimento de seus pais, mas são vistos como apenas o primeiro passo em uma batalha cada vez mais intensa.
“Seria facilmente possível apagar um milhão de pessoas dos sites de troca ilegal de arquivos no Reino Unido e, caso isso seja realizado, representaria um dos maiores sucessos até o momento na luta contra esses serviços”, disse Mark Muligan, analista da Jupiter Research, à Reuters.
“Mas isso não será suficiente”, acrescentou
O plano surgiu depois que a França tomou medidas para envolver os provedores de acesso à Internet no combate às violações de direitos autorais realizadas por meio de suas redes, e depois que países como Austrália, Dinamarca, Japão e Nova Zelândia lançaram debates sobre esforços semelhantes.
Nos termos do acordo delineado pelo governo britânico, Virgin Media, BSkyB, Carphone Warehouse, BT, Orange e Tiscali concordaram em trabalhar para “uma redução significativa” na troca ilegal de arquivos.
Os provedores enviarão cartas aos usuários que mais trocarem arquivos a cada semana, durante um período de teste de três meses, alertando-os de que estão sendo monitorados.

Música faz bem para a saúde

Publicado: julho 3, 2008 em Informação

De acordo com pesquisa realizada pela Cleveland Clinic Foundation, nos Estados Unidos, ouvir música pode ser benéfico no tratamento de diversas dores crônicas.

O estudo publicado pelo Journal of Advanced Nursing garante que a música contribui na reabilitação de paciente com doenças degenerativas, como Parkinsin e Alzheimer, melhora a coordenação motora de deficientes físicos e libera substâncias que dão a sensação de prazer e bem-estar como a serotonina.

Cerca de 60 voluntários ajudaram na conclusão destes resultados. Os testes foram feitos em pacientes com osteoartite, problemas de hérnia de disco e artrite reumática, e indicaram uma diminuição de 21% nos níveis de dor. Em pacientes com depressão por conta da dor crônica, houve 25% de redução.

O estudo feito anteriormente e publicado no mesmo jornal revelou que ouvir música calma e suave durante 45 minutos antes de dormir pode aumentar o sono em até um terço.

Beyoncé faz parte do elenco da Sony BMG (Foto: AP)

A gravadora Sony BMG e o serviço pago on-line Napster anunciaram que não vão mais usar dispositivos anticópias em suas faixas comercializadas na internet. Com a decisão, as duas empresas seguem os passos das gigantes EMI, Universal e Warner de dispensar proteções contra a pirataria nos downloads. A Sony BMG tem em seu elenco nomes como Beyoncé, Britney Spears e Celine Dion e irá lançar um serviço chamado Platinum MusicPass com a venda de álbuns digitais em um cartão sem a tecnologia anticópias. Os fãs poderão comprar os cartões em lojas físicas e fazer o download no site com um número de identificação.
A indústria musical registrou uma queda de 15% na venda de CDs em 2007. As vendas de música na internet ainda não compensaram as perdas e estão forçando executivos a encontrar outras saídas e modelos.
O uso da proteção anticópias, originalmente solicitada pelas grandes gravadores do mundo, se provou impopular com os consumidores. Muitos usuários ficavam frustrados ao descobrir que as canções que haviam comprado poderiam ser reproduzidas somente em determinados players ou que não podiam ser transferidas de um computador a outro.

Napster
O Napster afirmou nesta segunda-feira (7) que começará a vender downloads no formato MP3 a partir do segundo trimestre deste ano. A empresa vendia músicas protegidas com a proteção antipirataria do Windows, da Microsoft, para evitar que os clientes fizessem cópias ilegais do que haviam comprado ou distribuíssem as músicas para outros usuários. O Napster tornou-se conhecido nos anos 1990 como o maior mercado gratuito para músicas sem DRM no formato MP3. Mas funcionava também como serviço ilegal para compartilhamento de músicas, o que levou-o a ser processado pela indústria e fechado em 2001.
A versão atual do Napster opera legalmente depois que uma empresa comprou os direitos do nome em 2003. Ele possui 750 mil assinantes que usam tanto seu serviço de download, em um outro formato, quanto de assinatura de músicas. “Projetamos há um ano que haveria uma grande base de usuários para o MP3, e estamos satisfeitos a indústria fonográfica começando a apoiá-lo”, afirmou o presidente-executivo da empresa, Chris Gorog. Grandes gravadoras como a EMI, Vivendi Universal Music, e Warner Music, começaram a vender canções no formato MP3.
O MP3 é o formato de áudio mais disponível e pode ser reproduzido em diversos aparelhos, incluindo o dominante iPod da Apple .

“Há a questão de que se a ampla adoção do MP3 irá dar novo ânimo para a indústria”, pontuou Gorog.

Bo Diddley no Long Beach Blues Festival , em 1997 (Foto: Masahiro Sumori / Wikimedia Commons ) O cantor e guitarrista Bo Diddley, um dos pioneiros do rock, morreu nesta segunda-feira (2), aos 79 anos, em sua casa na Flórida. A notícia foi confirmada por representantes da família, segundo a rede CNN.

Em agosto do ano passado, Diddley sofreu um ataque cardíaco quando se submetia a um check-up médico e foi internado hospital da Flórida. Ele já havia sofrido um derrame no mês de maio anterior, que não deixou seqüelas físicas, mas prejudicou sua fala e compreensão, e havia perdido dedos dos pés devido à diabete.

O músico, cujo nome verdadeiro era Ellas Otha Bates, influenciou gerações de roqueiros, de Buddy Holly aos Rolling Stones, passando pelo U2, principalmente por sua técnica de tocar guitarra que enfatizava elementos percurssivos e pela preferência por guitarras de formato quadrado.

Entre clássicos que compôs estavam “Hey Bo Diddley”, “Who do you love?” e “Bad trip”.

Ele chegou a trabalhar como mecânico e carpinteiro, e começou sua carreira artística como músico de rua. Tinha como grande influência inicialmente o guitarrista John Lee Hooker, mas cheegou a estudar violino clássico antes de se deparar com grandes nomes do blues.

Com seu som distorcido de guitarra e um ataque ritímico feroz, Bo Diddley não teve tantos sucessos quantos seus colegas pioneiros do rock nos anos 50, mas foi uma grande fontes de inspiração, principalmente para bandas inglesas que bebiam no blues e nos primeiros tempos do rock, como os Yadbirds