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O Rock in Rio 2011 já começa a ter cara de megafestival: o grupo organizador do evento acaba de confirmar nada mais, nada menos do que Metallica como seu primeiro headliner (atração principal).

Junto com o amado grupo de metal, estão confirmados também os brazucas Sepultura (cujo guitarrista Andreas Kisser já tinha participado de uma das festas de apresentação do evento) e Angra. As bandas também farão jam sessions entre os seus integrantes em um palco alternativo.

Pelo visto, a noite do metal já está bem recheada! Mas o evento, que nos últimos anos pluralizou os estilos das atrações, prometeu também grandes estrelas do pop e do pop-rock! Quem você quer ver no Rock in Rio? Comente aqui no Som na Caixa!

Fonte: MTV Brasil

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O aclamado álbum “Kill `Em All” do Metallica será relançado em disco de vinil. A edição de colecionador ganhará um LP vermelho sangue, que remete diretamente à violenta capa com a arte de um martelo sobre uma poça de sangue.

“Kill `Em All” foi o primeiro disco de estúdio do Metallica lançado em 1983. À época, a banda composta por James Hetfield, Lars Ulrich, Kirk Hammet e Cliff Burton mostrava um som muito diferente do que conhecemos da banda hoje, com riffs mais agressivos e um vocal ligeiramente mais imaturo de Hetfield.

Os fãs que desejam ter o LP precisam ficar atentos para garantir o seu, pois os produtores colocarão apenas mil cópias à venda. Confira abaixo a lista de faixas presentes no relançamento:

Lado A:

01. “Hit the Lights” 4:18

02. “The Four Horsemen” 7:15

03. “Motorbreath” 3:10

04. “Jump in the Fire” 4:43

05. “(Anesthesia) Pulling Teeth” 4:16

06. “Whiplash” 4:12

Lado B:

01. “Phantom Lord” 5:04

02. “No Remorse” 6:28

03. “Seek & Destroy” 6:57

04. “Metal Militia” 5:13

O vocalista e guitarrista do Metallica James Hetfield considerou o show como primeira passagem do Metallica por Porto Alegre, aparentemente esquecendo da apresentação na cidade em 1999. (Foto: Camila Domingues/Opinião Produtora)
O primeiro show da banda norte-americana Metallica em seu retorno ao Brasil após quase 11 anos reuniu mais de 20 mil pessoas no Parque Condor, em Porto Alegre. Em pouco mais de duas horas de espetáculo, a banda mostrou porque é o principal nome na história do trash metal.

VEJA A GALERIA DE FOTOS DO SHOW


Anteriormente agendado para o estádio do São José, o local foi alterado devido a problemas de regularização junto ao Corpo de Bombeiros. A chuva que caiu no início da tarde em Porto Alegre parou antes da abertura dos portões, às 17 horas, mas deixou de herança ao público um lamaçal que acompanharia todos os fãs durante a noite de quinta-feira.

Quem não conhecia ficou impressionado com a Hibria, banda local que abriu a noite do metal em Porto Alegre. Com turnês pela Ásia, Europa e América do Norte no currículo, o quinteto mostrou porque está consolidando seu nome no cenário do metal internacional. Nos exatos 45 minutos entre a abertura com “Tiger punch” e o encerramento com “Steel lord on wheels”, a banda despejou um power metal vigoroso, deixando o palco ovacionada pelo público já aquecido para a atração principal.

Metallica abre com trinca do disco “Ride the lightining” e fãs alucinam

Às 21h50, o silêncio recheado de expectativa foi quebrado subitamente pela projeção no telão de uma cena do clássico faroeste “O bom, o mau e o feio”, e sua trilha “The ecstasy of gold”, que costuma abrir os shows da banda. James Hetfield (vocal e guitarra), Kirk Hammett (guitarra), Robert Trujillo (baixo) e Lars Ulrich (bateria), os quatro aguardados cavaleiros do apocalipse, entraram no palco e deixaram o público em ebulição imediata, abrindo o setlist com “Creeping death” – a exemplo dos shows anteriores da World Magnetic Tour no continente. Na seqüência, outra clássica, “For whom the bell tolls”. Quando ninguém mais esperava por outra do disco “Ride the lightning”, de 1984, a própria faixa-título foi executada – uma raridade nos shows da banda.

A seguir, como um maestro diante de milhares pessoas hipnotizadas, o vocalista James Hetfield invocou uma celebração que pegou a todos de surpresa. Queria que todos comemorassem ao máximo esta, que seria a primeira passagem do Metallica por Porto Alegre. Aparentemente, o show de 1999 no Jóquei Clube da cidade não ficou em sua memória. Mas o show seguiu, petardo após petardo. “The memory remains”, do álbum “Reload” foi a próxima, e colocou todo o público para cantar. A seguir, “Fade to black”, outra que jamais faltaria. Então, o quarteto abriu alas para apresentar as novas músicas, do disco “Death magnetic”, lançado em 2008.

Músicas do novo álbum têm aprovação imediata


A escolha do repertório deixou muito clara uma tentativa de aproximação entre o trabalho mais recente e a fase clássica dos anos 80, quando o Metallica moldou o gênero e se transformou no maior expoente mundial do thrash metal. Também fica óbvio o objetivo de esquecer o período conturbado que quase pôs fim à banda, após a saída do baixista Jason Newsted em 2001. Nenhuma faixa do disco St. Anger, de 2003, foi executada. Visto com restrições pela maior parte dos fãs, tal trabalho virou marco de um período de dificuldades e reconstrução. Tanto a banda quanto o público sabem disso, e tal ausência não foi sentida.

“That was just your life”, “The end of the line” e “The day that never comes” foram tocadas na sequência, com o público cantando junto e mostrando que o novo material está definitivamente aprovado. Então James perguntou se sua audiência queria peso. Com a resposta positiva, o quarteto tirou da manga o que possui de sobra: clássicos. “Sad but true”, “Master of puppets” e “Battery”, intercaladas pela recente e já consagrada “Cyanide” trouxeram o Parque Condor abaixo. Entre elas, a épica “One” abusou da pirotecnia, com chamas, sons de bombardeio e fogos de artifício sincronizados à música sendo lançados de trás do palco.

Para acalmar os ânimos, chegou a vez de “Nothing else matters”, seguida por outra do histórico disco preto de 1991, “Enter Sandman”. Após essa – talvez a música mais emblemática da banda para o grande público – o palco foi abandonado. Seria o fim?

No bis, banda resgata primórdios e Hetfield confirma “primeira vez”

Todos sabiam que não. Na escuridão do palco, o guitarrista Kirk Hammett puxou o riff de “The frayed ends of sanity”, outra de rara execução. Apesar do fiel coro dos fãs, que demonstravam conhecer cada detalhe das canções mais obscuras, a escolha para abrir o retorno da banda ao palco foi a cover de Misfits, “Die, die my darling”. Então, um álbum que ainda não havia sido devidamente contemplado, veio à tona para tranquilizar os mais exigentes. Para quem conheceu o Metallica já no disco “Kill ‘em all”, de 1983, o presente chegou com “Phantomlord”, mais uma música que há décadas não era garantida no repertório.

O público sabia que viria mais, e “Seek and destroy” foi o grito uniforme nos últimos momentos da noite. James Hetfield voltou a celebrar a grande estreia do Metallica em Porto Alegre. “Como é nossa primeira vez aqui, vamos tocar algo simples, mas pesado”. Ao fundo, um Hammett constrangido acenava para o público mostrando os dois dedos, talvez confirmando que lembrava de 1999. Sem problemas: “Seek and destroy” veio, e todos ficaram satisfeitos. Para os fãs que sempre querem mais, o riff de “Wasting my hate” foi executado. Mas só uma vez, e tudo se acabou. Assim, “Load”, disco de 1996, também ficou órfão.

Já com o show finalizado, um membro da equipe da banda é alvo de tortadas e abraços. James explica tratar-se do “presidente do Metallica”, Zach Harmon, o homem por trás das cortinas. Palhetas e baquetas lançadas ao público, Trujillo e Hammett agradecem em português, e Lars chega para consertar as coisas. “Ei, só eu acho que não devemos esperar mais onze anos para tocar aqui em Porto Alegre?” O público concorda.

O quarteto vai embora para São Paulo, que o aguarda para dois shows, sábado (30) e domingo (31). Se James esqueceu 1999, pode também esquecer 2010. Os fãs de diversas partes do Brasil que estiveram em Porto Alegre nesta noite de quinta-feira o perdoam, não se importam, e não esquecerão.

Setlist

Creeping death
For whom the bell tolls
Ride the lightning
The memory remains
Fade to black
That was just your life
The end of the line
The day that never comes
Sad but true
Cyanide
One
Master of puppets
Battery
Nothing else matters
Enter Sandman

Die, die, my darling
Phantomlord
Seek and destroy

Gravadora: Universal

“Están listos?” (“estão prontos?”, em espanhol) pergunta o vocalista e guitarrista James Hetfield antes do começo de “Disposable heroes”, quarta faixa do DVD ao vivo “Metallica – Orgulho, paixão e glória”, gravado ao vivo em três noites na Cidade do México em junho de 2009. Os cinquenta mil fãs respondem berrando em uníssono e balançando as cabeças durante todo o show. Lançado apenas no mercado latino-americano, o vídeo antecipa para o público brasileiro como serão os shows da banda no final janeiro em Porto Alegre e São Paulo. O que se vê no palco é um Metallica afiado, quem sabe no auge da forma – mesmo que seus membros fundadores (Hetfield e o baterista Lars Ulrich) sejam quase cinquentões. Como diz o baixista Robert Trujillo em um momento do DVD, “é como estar tocando numa garagem com adolescentes”. Sem muitos adereços de palco, o show parece mesmo numa garagem. Ainda mais com um repertório que traz mais clássicos (“For whom the bell tolls”, “Seeek & destroy”, “Sad but true”) do que novidades. (AMAURI STAMBOROSKI JR.)

As bandas Metallica, Slayer, Megadeth e Anthrax farão uma turnê juntas pela Europa em 2010. Os grupos confirmaram participação no festival itinerante “Sonisphere”, que irá começar no dia 16 de julho na cidade de Varsóvia na Polônia, outras datas de shows podem ser divulgadas em breve.

“Quem poderia imaginar que depois de 25 anos ‘os quatro grandes’ do thrash metal não apenas estariam melhores do que nunca como também tocariam juntos pela primeira vez?”, comemorou o baterista do Metallica, Lars Ulrich, durante o anúncio da turnê.

O líder do Megadeth, Dave Mustaine, acrescentou ainda que esta “será uma oportunidade única para os fãs de ver as quatro maiores bandas de heavy metal da história dos Estados Unidos juntas no palco”.

“A turnê põe fim a 26 anos de espera”, disse Scott Ian, do Anthrax. “Nós não só vamos superar as expectativas como vamos destruí-las. Nunca outras quatro bandas tão influentes como nós fizeram isso antes. É como se os Beatles, os Stones, o The Who e o Zeppelin se apresentassem juntos. Ou Black Sabbath, Judas Priest, Iron Maiden e Motorhead. É como eu me sinto em relação a isso.”

Ainda não há datas na América do Sul, mas há indícios de que os Big Four podem ir aos Estados Unidos