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Marília Gabriela Entrevista-10 Anos

Publicado: outubro 29, 2008 em OTIMO LIVRO

De Ana Maria Braga a Xuxa, de Arnaldo Jabor a José Saramago, de Fernanda Montenegro a Fernando Meirelles. Quem fez e aconteceu na última década teve lugar garantido na cadeira mais bem freqüentada da TV paga brasileira, como convidado do Marília Gabriela Entrevista.
Desde sua estréia no canal por assinatura GNT, em maio de 1996, a jornalista comandou mais de 600 programas, consolidando-se como a grande dama do talk show no país. Agora, como homenagem aos dez anos da atração, a Editora Globo e o canal GNT/Globosat lançam em livro uma coletânea com trechos de 21 grandes entrevistas realizadas no período: Marília Gabriela Entrevista – 10 Anos.
Resultado de um exaustivo trabalho de garimpagem em meio a centenas de horas de gravações, o livro sintetiza a grande arte de ´´Gabi´´: conduzir entrevistas como se fossem bate-papos, sem jamais perder de vista a objetividade jornalística, o foco do interesse do telespectador e o respeito ao convidado. Tudo temperado com o charme e a inteligência de uma mestra na arte da conversação.
Marília Gabriela Entrevista – 10 Anos traz, entre outros, depoimentos de gente como Glória Perez, Marcelo Gleiser, Glória Maria, Raí, Pedro Bial, Matheus Nachtergaele, Drauzio Varella, Miguel Falabella e, claro, Reynaldo Gianecchini – marido da apresentadora.
Ao fim do livro, como não poderia deixar de ser, um capítulo inteiramente dedicado s melhores respostas já dadas pergunta com que ´´Gabi´´ tradicionalmente encerra cada entrevista: ´´Qual é a palavra, frase, verso ou ditado de sua preferência?´´ Entre tiradas bem-humoradas como as João Gordo (´´Casa de ferreiro, tanto bate até que fura´´) e de Bussunda (´´Não me importa de onde viemos e pra onde vamos, eu quero um lugar na janela´´), coube ao cineasta Rogério Sganzerla dizer a frase que se aplica perfeição ao próprio programa Marília Gabriela Entrevista: ´´Quem tem estilo nunca envelhece´´.
Editora: Globo
Ano: 2006
Número de páginas: 251
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A reconstituição da bossa nova, numa narrativa que se lê como um romance, porém, baseado em fatos reais।
Retrato delicioso de um dos momentos mais significativos da cultura popular, “Chega de Saudade” saiu na frente ao reavaliar a Bossa Nova। Para tanto, o entusiasmo contagiante de Ruy Castro atinge o coração de nossa sensibilidade. Traduzido para o inglês, figura nas “top list” do mundo inteiro, que se curva ante o Brasil em se tratando de boa música.
Editora: Companhia das Letras Ano: 1990Edição: 2Número de páginas: 461Acabamento: Brochura Formato: Médio

O livro que inspirou a miniserie queridos amigosA história do romance, baseada em fatos reais da vida da autora, se articula em torno de um leito de morte. Na verdade, de um leito de suicídio, o do escritor e publicitário Leo (inspirado em Décio Bar, amigo da escritora, a quem o romance é dedicado). É o seu suicídio que, no agitado ano de 1989 (disputa feroz pela presidência da República entre Collor e Lula, fim dos anos 1980, queda do Muro de Berlim, começo do fim da Guerra Fria, fim do socialismo, ascensão dos EUA como única superpotência, expansão da AIDS, acirramento das questões ambientais e étnicas…), mobilizará a retomada da “velha turma”, que vivera intensamente os ideais da esquerda nos anos da ditadura militar brasileira (1964-1985). Um reencontro feito também de desencontros, inclusive políticos.