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Quem achava que a empolgação dos fãs paulistas com o show de Paul McCartney era exagerada agora vai morder a língua. O eterno Beatle disse, em uma entrevista exclusiva em seu site, que a apresentação em São Paulo foi um dos seus melhores shows de 2010.

“O show de São Paulo, com um público 65 mil pessoas na primeira noite, foi incrível. Os brasileiros amam sua música e nós amamos tocar para eles, por isso foi uma apresentação que se destacou. Foi um dos nossos melhores shows de todos os tempos. Estava brilhante”, afirmou McCartney.

Além do show na capital paulista, o músico inglês também ressaltou a apresentação que fez para Barack Obama, em plena casa Casa Branca, como outro ponto alto de 2010.

No início de dezembro, Paul McCartney havia gravado um vídeo onde agradecia o público brasileiro pela receptividade.

publicado por Túlio Pires Bragança Foto: Divulgação
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Um ídolo que se diverte aos 68 anos tocando rock no teatro mais cultuado da música negra, com a platéia coberta de gente do quilate de Keith Richards, Ron Wood, Alec Baldwin, Jerry Seinfield, Patti Smith, Steve van Zandt. Isso é Paul McCartney.

Macca espalhou sua magia essa semana sobre o Apollo Theater, teatro novaiorquino que foi palco dos maiores espetáculos do soul de toda a história: a turnê de James Brown em 1964, Quincy Jones, Michael Jackson, Marvin Gaye. Este último ganhou uma inusitada homenagem, com o cover de Hitch Like (que está no vídeo acima), com o aparato de dançarinas e um pequeno empecilho da microfonia, que segundo McCartney, “ficou provado que o show é ao vivo”.

O show promovido pela Sirius XM (rádio a satélite americana) foi apenas para convidados e contou também com ouvintes sorteados, que se misturaram entre as tantas celebridades. Macca presenteou estes fãs com raridades como One After 909 (1ª parceria Lennon-McCartney) e a versão original de Yesterday, com o infame título de Scrambled Eggs (Ovos Mexidos, em português). Aproveite um trecho deste show inesquecível!

Fonte: Rock’n Beats

Paul McCartney em apresentação no Teatro Apollo, em Nova York (13/12/2010).

Paul McCartney vai se apresentar nesta sexta-feira (17) no 100 Club, em Londres, pequena casa de shows com capacidade para apenas 350 pessoas e conhecida por abrigar apresentações de bandas de punk e jazz.

McCartney, que geralmente faz turnês em grandes estádios ao redor do mundo, também tocou nesta segunda-feira (13) no Teatro Apollo, em Nova York, local de médio porte que é ícone da música negra norte-americana.

O show acontece após o fim da turnê mundial do ex-beatle, que passou pelo Brasil em dezembro. O 100 Club, que ameaça ser fechado por seu dono por conta de dívidas, começou como um clube de jazz no início da década de 40 e já recebeu apresentações de nomes como Rolling Stones, Sex Pistols, Buzzcocks e The Clash.

Imagine só você ser convidado e topar cantar em uma festa de alguém que quer se manter anônimo, e ao chegar lá se depara com ninguém mais, ninguém menos que Paul McCartney? Pois foi essa a história que a cantora brasileira de jazz Izzy Gordon viveu no fim de semana passado, em São Paulo.

Gordon cantou em uma festa privada no hotel de Paul por ocasião do aniversário de sua namorada, a empresária americana Nancy Shevell, com quem o cantor foi visto andando de bicicleta pelas ruas do bairro de Itaim Bibi, na zona sul.

Izzy cantou o tradicional Happy Birthday, além de clássicos da música nacional, como O Morro não tem vez e Samba do Avião. Duvido que ela vá esquecer tão cedo dessa surpresa!

Fonte: Vírgula
Foto: Reprodução

Paul McCartney anunciou que tocará pela primeira vez no famoso Apollo Theater, em Nova Iorque.

A apresentação especial será apenas para convidados e comemora os 75 anos do local.

O show está marcado para acontecer em 13 de dezembro e será transmitido ao vivo pela rádio via satélite Sirius XM.

O Apollo Theater é um dos principais espaços musicais dos EUA, e foi onde a música negra norte-americana cresceu. Em seu palco já se apresentaram nomes como James Brown, Stevie Wonder e Michael Jackson.

McCartney finaliza sua atual excursão mundial, Up And Coming Tour, com duas apresentações em São Paulo, dias 21 e 22 no Estádio do Morumbi. Ambos os shows tiveram seus ingressos esgotados, mas o primeiro show que acontece no próximo domingo será transmitido ao vivo pela Rede Globo.

                    O álbum Band on the Run foi lançado em 1973.

Trabalho saiu em 1973 é considerado o melhor de Paul McCartney após o fim dos Beatles.

Em sua atual turnê, Paul McCartney tem tocado ao menos cinco músicas de seu álbum Band on the Run. E não é por acaso.

Para boa parte de seus milhões de fãs em todo o mundo, esse álbum, lançado em 1973, é o seu melhor trabalho após o fim dos Beatles.

Com esse disco, o cantor, compositor e músico britânico readquiriu o prestígio com os críticos que havia perdido em seus primeiros anos como artista solo.

Para influentes analistas de música pop, McCartney tinha virado um mero autor de baladinhas pop, uma tremenda injustiça com a qual o público não concordava, pois continuava comprando seus discos em doses maciças.

Band on the Run, no entanto, era tão bom que nem mesmo o jornalista mais mala conseguiria ignorar sua alta qualidade.

O que muita gente não sabe é que esse álbum só saiu por um verdadeiro milagre, tais os desafios que Paul teve de enfrentar para concretizá-lo.

Como forma de fazer um projeto diferente, o músico resolveu gravar o álbum em algum dos estúdios que a gravadora EMI possuía em países fora do eixo Estados Unidos- Inglaterra.

Até o Brasil, mais especificamente o Rio de Janeiro, foi cotado.

No fim das contas, a cidade de Lagos, na Nigéria, foi a escolhida. Aí, os problemas começaram.

O baterista do grupo montado por Paul McCartney no final de 1971, os Wings, Denny Seywell, resolveu sair fora semanas antes da viagem da banda para a África.

O guitarrista Henry McCulloch caprichou ainda mais, pulando do barco na antevéspera.

Dessa forma, a formação dos Wings que foi para Lagos incluia apenas o casal Paul e Linda McCartney e o fiel escudeiro Denny Layne.

Como Linda só cantava e tocava teclados de forma bem básica, McCartney e Layne gravaram o álbum praticamente sozinhos.

Mas isso não é nada. Ao chegar na Nigéria, o trio teve de superar as desconfianças dos instrumentistas locais, que acusavam o ex-beatle de querer roubar elementos da música nigeriana.

De quebra, Paul e Linda foram assaltados e ameaçados de morte. Barra pesada!

Mesmo assim, o resultado do álbum foi excepcional, a começar da faixa título, que teve como inspiração uma frase que George Harrison sempre dizia durante as intermináveis reuniões realizadas para organizar os negócios dos Beatles após a separação.

“Ah, se eu pudesse sair daqui”, dizia ele.

Picasso’s Last Words (Drink to Me) foi composta por Paul ao aceitar o desafio do ator Dustin Hoffman, que pegou uma manchete de jornal sobre a morte de Pablo Picasso e perguntou se ele seria capaz de compor uma música sobre o tema, o que Macca começou a fazer na hora.

Na atual turnê, as músicas incluídas no repertório dos shows são Band on the Run, o rockão Jet, a divertida Mrs Vanderbilt, o efervescente blues rock Let Me Roll It (feito em resposta a John Lennon) e a balançada Nineteen Hundred and Eighty Five (1985).

A capa é outro espetáculo a parte, com direito à participação dos consagrados atores Christopher Lee (o conde Drácula) e James Coburn.

Fonte:R7

O cantor Paul Mc Cartney durante show em Buenos Aires anteontem.
O site ingresso.com está vendendo entradas para os dois shows do ex-beatle Paul McCartney em São Paulo. As apresentações acontecem no Estádio do Morumbi nos dias 21 e 22 de novembro próximos.

Os ingressos à venda são somente para a cadeira premium azul e custam R$ 600.

A primeira leva de ingressos para as apresentações se esgotaram em menos de 24 horas.
A venda teve início no início da tarde desta sexta-feira. Os lugares foram os que restaram da venda direta aos proprietários de cadeiras cativas do estádio. A organização não divulga quantos ingressos estão à venda.
Fonte:Folha