Arquivo da categoria ‘Pink Floyd’

Capa de ‘The piper at the gates of dawn’, de 1967
(Foto: Reprodução).

A gravação rara da íntegra de um show do Pink Floyd foi encontrada recentemente na Suécia, informou o jornal “Dagens Nyheter” (“Notícias do Dia”) no último sábado (5). De acordo com o diário sueco, o registro da apresentação foi feito no restaurante e clube de jazz Golden Circle, em Estocolmo, no dia 10 de setembro de 1967, cerca de um mês após o lançamento do primeiro álbum da banda, “The piper at the gates of dawn”.

Ainda segundo a publicação, a passagem de som e o show, que tem duração de 50 minutos, foram gravados com “microfones profissionais, e provavelmente é o único registro completo existente de um show naquele ano”.

O restaurante vai promover uma audição especial da gravação, no próprio local, nos dias 3 e 7 de maio de 2011. As datas coincidem com a passagem da turnê mundial de Roger Waters pela cidade nos dias 4 e 5 do mesmo mês — o show comemora os 30anos de lançamento do álbum duplo “The Wall”.

Os produtores do evento garantem que representantes da EMI participarão da audição para avaliar a qualidade técnica e o possível lançamento comercial do material.

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Roger Waters, ex-baixista do Pink Floyd, durante concerto em East Rutherford, Nova Jersey em 2007 (Foto: Lucas Jackson/Reuters)
A banda britânica Pink Floyd entrou com um processo na Justiça contra a gravadora EMI nesta terça-feira (9) para discutir pagamentos de royalties e a maneira como a música do grupo está sendo vendida digitalmente.

A banda, que fechou contrato com a EMI há mais de 40 anos e cujo catálogo só foi superado em vendas pelos Beatles, contesta os cálculos de seus royalties online e o marketing de sua música, informou a agência Press Association.

O Pink Floyd, cuja discografia inclui os álbuns “The dark side of the moon” e “The wall”, também contesta o direito da EMI de “decompor” seus álbuns e vender faixas individuais online.

Robert Howe, o advogado do grupo, disse à Alta Corte de Lonres que uma cláusula contratual “proíbe expressamente” tal “decomposição”, ou seja, a venda de faixas em qualquer configuração senão a original, quer seja em formato físico ou digital.

Ele disse que a posição da EMI é que a proibição “se aplica apenas ao produto físico e não ao produto online”.

O advogado argumentou que isso “não faz sentido comercial” e é contraditório pelas condições previstas no acordo com a EMI.