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Som na caixa!

Publicado: dezembro 29, 2008 em Reportagem

Divulgação
Nostalgia… Cansado das novas modernidades, mp3 e iPods? Febre nos bares e lanchonetes da década de 60, a Jukebox voltou para a alegria dos descolados e moderninhos. Criada nos anos 40, promete cair de novo nas graças do público, mas agora como objeto sofisticado de decoração. Com cores chamativas e design exclusivo, ajuda a compor ambientes.

As novas Jukeboxes, importadas pela empresa Luxor, são réplicas perfeitas dos antigos modelos produzidos pela fábrica alemã Wurlitzer a partir de 1946, com exceção de um detalhe: a alta tecnologia. Os novos equipamentos fazem parte da linha Luxor One, que atende a um grupo seleto de clientes apreciadores da qualidade, funcionalidade e design das máquinas de auto-atendimento profissionais, e que desejam isso tudo dentro do conforto de casa.

Apesar do visual vintage, as jukeboxes do século XXI podem ser incrementadas com controle remoto, microfone, subwoofer – tipo de alto-falante usado para reproduzir freqüências baixas, auto-falantes de 2×170 watts RMS, sistema de interação com aparelhos de som auxiliares e CD player com capacidade para até 120 Cds.

Com luzes vibrantes, o equipamento é indicado para todos aqueles que procuram algo inovador, sofisticado e de alta qualidade para enfeitar a casa e animar qualquer ambiente! Cada jukebox sai por cerca de R$ 20 mil.

Serviço
Luxor One – L1
Fone: 3622-2488
Site: http://www.luxorone.com.br

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Fotografia da modelo Carla Bruni nua tirada em 1993 poe Michel Comte (Foto: Brendan McDermid/Reuters)

Carla Bruni-Sarkozy fala a respeito de ter 30 amantes e drogas pesadas no seu novo disco – sobre o qual ela nega que tenha buscado inspiração no seu trepidante relacionamento com o presidente da França, Nicolas Sarkozy.
O influente jornal “Le Figaro” disse que as melodias límpidas e as letras incisivas do disco “Comme si de rien n’etait” (“como se não fosse nada”) deixam para trás o “folk” simplório que marcou os dois trabalhos anteriores de Bruni, casada desde 2007 com Sarkozy. É o primeiro disco que a ex-modelo lança desde que se tornou primeira-dama.
O crítico Bertrand Dicale disse no “Figaro” que o álbum, a ser lançado em 21 de julho, mostra um amadurecimento de Bruni como cantora, voltando-se para estilos mais marcadamente franceses e para a descontração dos anos 1960.
“Sou criança apesar dos meus 40 anos e 30 amantes”, canta ela em “Une enfant” (“Uma criança”), faixa que Dicale disse ser uma das melhores do álbum.
Em outra, intitulada “Tu es ma came”, ela canta: “Você é minha droga, mais mortal que a heroína afegã, mas perigosa que a branca [cocaína] colombiana.”
Bruni sempre diz que escreveu essas músicas antes de conhecer Sarkozy, e que ninguém deve buscar nas letras qualquer pista sobre o romance.
Sarkozy, 53 anos e então recém-divorciado, começou a namorar Bruni, de 40 anos, em novembro. O relacionamento foi divulgado em dezembro, e o casamento ocorreu em 2 de fevereiro.
A enorme exposição da vida privada de Sarkozy foi um dos principais fatores que levaram à queda em sua popularidade nos primeiros meses deste ano, e desde então ele tenta ser mais discreto – embora o interesse sobre o casal permaneça elevado. Dificilmente passa uma semana sem que a imprensa publique novas fotos íntimas do casal no Palácio do Eliseu.
A primeira-dama agora assina como “Bruni-Sarkozy”, mas na capa do disco ela aparece apenas como Carla Bruni.
Segundo a resenha de Dicale, com direito a chamada na capa do jornal, a voz de Bruni é frágil, mas intensa, e seu estilo melódico é único. “Em resumo: menos América, mais França e mais Beatles”, escreveu ele.

Cantora X esposa
Dicale admite que o álbum desperta mais interesse por causa da posição pública da artista, mas afirma que em termos musicais ele também tem tudo para ser “um perfeito sucesso”.
Em entrevista também publicada na quarta-feira (11) na revista de celebridades “VSD”, Bruni disse estar consciente da dificuldade em conciliar a carreira de cantora com a condição de esposa do homem mais poderoso da França.
“As percepções não serão só musicais. Críticas, que são úteis, correm o risco de serem manchadas, para o bem ou para o mal, pelo fato de que eu sou a esposa do presidente. Eu tive de me proteger, fiz o álbum numa bolha, com minha equipe musical.”
Declaradamente ansiosa, Bruni diz que não está totalmente satisfeita com o disco. “Ainda tenho arrependimentos. Se eu parasse para me ouvir, nunca deixaria de fazer mudanças.”