Arquivo da categoria ‘Tickets’

Começou a ser vendido à 0h01 desta sexta-feira (19) o primeiro lote de ingressos para a quarta edição do Rock in Rio no Brasil. O Rock in Rio Card custa R$ 95 (meia) e R$ 190 (inteira) e só pode ser adquirido no site oficial do festival. Cada pessoa pode comprar no máximo quatro ingressos.

“Com isso, você garante a sua ida ao Rock in Rio mesmo que ainda não haja atrações confirmadas. Quando a programação do festival estiver fechada, é só escolher o dia.

 O próprio cartão, semelhante a um cartão de crédito, já vai servir como entrada. Uso essa estratégia em Portugal há quatro anos, e é sempre sucesso. Acho que no Brasil, onde a expectativa é ainda maior, não será diferente”, explicou Medina ao G1.

Entre os nomes já confirmados no festival em 2011 estão as bandas Metallica, Red Hot Chili Peppers e Snow Patrol, além das atrações nacionais Sepultura, Angra e Capital Inicial.

Além dos shows, o Rock in Rio Card dará acesso a outras atrações do festival, como parque de diversões, acesso às tendas Rock Street com shows de jazz, Espaço Moda com desfiles, e os palcos Eletrônica, Mundo e Sunset.

A quarta edição do evento vai acontecer nos dias 23, 24, 25 e 30 de setembro e 1 e 2 de outubro de 2011, no Parque Olímpico Cidade do Rock, na Barra da Tijuca.

O festival volta a ser promovido no Brasil após dez anos e depois de passar por Lisboa e Madri.
O Rock in Rio foi realizado pela primeira vez em 1985. Originalmente organizado no Rio de Janeiro, tornou-se uma atração internacional em 2004, quando foi levado para Lisboa, Portugal.

Ao longo da sua história, o Rock in Rio teve nove edições: três no Rio de Janeiro (1985, 1991, 2001), quatro em Portugal e duas na Espanha.

Fonte:G1

O festival “SWU” está prometendo ser um dos maiores eventos musicais do ano. O local escolhido para sediar os shows foi a fazenda Maeda, em Itu, e além de contar com três dias de atrações os organizadores anuciaram liberar um espaço para camping, como acontece em festivais no exterior.
Segundo informações divulgadas pela organização, a área de camping será dividida em dois espaços e ambas abrirão suas atividades um dia antes do festival começar e encerrarão um dia após o termino dos shows. O camping contará com segurança dia e noite, postos médicos, banheiros com chuveiro e lojas de conveniência 24 horas. Para refeições, os visitantes terão o restaurante Pesqueiro Maeda e as praças de alimentação dentro da arena do festival.

Mas o camping tem um porém, só será liberado para as pessoas que comprarem ingressos para os três dias de festival (avulso ou passaporte) e cada visitante terá um espaço de 16m² para abrigar barracas com até quatro pessoas.

A primeira área, chamada de camping comum, contará com 50 mil m², localizada em meio a árvores de lichia e fica por:

– 1 pessoa: R$ 250

– 2 pessoas: R$ 310

– 3 pessoas: R$ 360

– 4 pessoas: R$ 400

Já a segunda, nomeada camping premium, tem 51 mil m², conta com estacionamento incluso no preço e sai por:

– 1 pessoa: R$ 420

– 2 pessoas: R$ 480

– 3 pessoas: R$ 540

– 4 pessoas: R$ 600

Os ingressos para o camping serão liberados para venda na próxima sexta-feira (13), serão vendidos separadamente dos ingressos dos shows e poderão ser adquiridos através do site “Ingresso Rápido”, pelo telefone (11) 4003-1212 e em pontos de venda credenciados.

O “SWU” acontece entre os dias 9, 10 e 11 de outubro e tem atrações como “Rage Against The Machine”, “Kings Of Leon”, “Linkin Park”, “Pixies” e “Cavalera Conspiracy” confirmadas.

Ingressos começam a ser vendidos no dia 26 e custam de R$ 160 a R$ 600.

Banda se apresenta em São Paulo em 6 de outubro, no Estádio do Morumbi.

Os valores dos ingressos para o único show do Bon Jovi no Brasil foram divulgados nesta quinta-feira (22) pela Time Four Fun, organizadora da apresentação.

As entradas para a apresentação de 6 de outubro, no Estádio do Morumbi, em São Paulo, custam de R$ 160 a 600, com meia-entrada.

Clientes Credicard, Citibank e Diners poderão adquirir ingressos a partir da meia-noite do dia 26 de julho pelo site http://www.ticketsforfun.com.br, e às 9h pelo telefone 4003-0696.

Os outros pontos de venda, espalhados pelos Brasil, começam às 10h, enquanto a bilheteria oficial do show, o Credicard Hall (Av. das Nações Unidas, 17.981 – Santo Amaro), abrirá ao meio-dia.

As vendas para o público em geral começam apenas no dia 02 de agosto.

Veja no mapa abaixo os valores dos ingressos para cada setor do estádio.

Show de Bon Jovi em São Paulo tem ingressos que vão de R$ 160 a R$ 600 (Foto: Divulgação/Time for Fun)

Reprodução do site Ingresso 24 horas, que supostamente vende ingressos para shows do Green Day.(Foto reprodução)

Ao menos dois sites não autorizados vendem ingressos para shows internacionais que serão realizados em São Paulo. No entanto, tudo parece mais um golpe para lesar consumidores.

Em sites como o Nova Perfect e Ingressos 24 horas, o cliente precisa fazer um pré-cadastro e enviar um formulário descrevendo o ingresso que deseja e, então, pagar por depósito bancário ou cheque. O registro de ambos sites está em nome da mesma empresa.

Para o show da banda Green Day, a empresa oferece um site especial com o endereço Green Day Ingressos, um jeito de fazer o cliente acreditar que aquele é o canal oficial de vendas do show.

Os preços cobrados por estes sites são completamente diferentes dos que são praticados pelos postos de venda autorizados. Enquanto nos canais oficiais o cliente pagaria R$ 250 (pista premium) e R$ 180 (pista) por entradas inteiras, nos sites não autorizados os mesmos ingressos saem a R$ 350 e R$ 280.

Mesmo com a taxa de conveniência (15% do valor dos ingressos) e frete cobrado pelas empresas oficiais, os valores não seriam tão elevados.

“Isso prejudica o nosso cliente, porque ele poderia comprar ingresso nosso com o que ele gasta no site não autorizado. Ele não tem nenhum tipo de segurança nesses endereços, pois os bilhetes podem ser falsos ou ele pode ter seu cartão do banco clonado”, diz a gerente de operações da IngressoRápido, Katia Lattufe.

A empresa diz que já notificou a polícia a respeito dos sites, mas que não se responsabiliza por compras realizadas em canais que não integram a sua rede.

“É a mesma coisa que comprar de um cambista na rua. Infelizmente, nós não podemos fazer nada se o cliente for lesado por uma empresa não autorizada. Nem a IngressoRápido nem a produção do evento se responsabilizam por ingressos comprados fora dos postos oficiais”, diz Katia.

Fonte:Folha.com

A Ticketmaster, empresa responsável pela comercialização de ingressos para os shows do Metallica, Coldplay e The Cranberries no Brasil, informou nesta quarta-feira (23) que “alguns lotes” de entradas para estas apresentações “foram roubados”.

De acordo com comunicado enviado por e-mail pela empresa, dois boletins de ocorrência foram registrados. Os ingressos envolvidos no roubo foram cancelados e não poderão ser usados para entrar nos shows.

Os lotes roubados continham ingressos para shows do Cranberries no Rio de Janeiro (28/1), em São Paulo (29/1) e Belo Horizonte (31/1), do Coldplay no Rio (28/2) e em São Paulo (2/3), e do Metallica em São Paulo (30/1).

Para outros esclarecimentos, a empresa disponibilizou o e-mail comunicado@ticketmaster.com.br

A procura pela turnê Sticky nd Sweet, de Madonna, sobrecarregou o sistema de venda de ingressos, causando confusão.

Não adianta choradeira. A entrada efetiva do Brasil no circuito dos grandes shows internacionais trouxe uma dor de cabeça a mais para os fãs – conseguir o tão sonhado ingresso para assistir seu astro preferido pode ser um tormento. As tristes experiências se acumulam: problemas na compra de tickets do U2 no início de 2006; abertura de um único ponto de vendas na loja de shopping center para o show do Jack Johnson em São Paulo e a confusão generalizada para assistir Madonna no ano passado. “É preciso tirar um dia apenas para a compra do show, senão você não consegue”, atesta Denis Brasil Lopes, músico e gerente de logística de uma multinacional que ama todo e qualquer tipo de show. Mas, afinal de contas, por que tantos problemas?

Dificuldade de dimensionar os eventos e o público que eles irão atrair é a principal falha apontada por produtores e distribuidores ouvidos. “O maior problema que pode acontecer é ter um número de servidores abaixo da demanda e uma procura de público maior do que a estrutura comporta”, comenta Maurício Aires, sócio-diretor da Live Pass, empresa responsável pela comercialização do show do Jonas Brothers, realizado em maio desse ano no Rio e São Paulo.

O mais comum é disponibilizar num único servidor tanto os ingressos das bilheterias físicas como das formas eletrônicas de compra: internet e teleatendimento. Segundo o empresário, essa é a forma mais democrática. “Assim damos ao cliente a chance de escolher o canal de compra sem medo de perder o ingresso”, garante Aires. No entanto, a concentração aumenta a exigência do software e do servidor a qual está alocado, causando o transtorno por todos conhecido.

Parcerias e novas tecnologias

Pedro Guimarães, da Mondo Entretenimento, acredita que as parcerias são fundamentais para a execução de um grande concerto. “Os shows nacionais não sofrem desses problemas, mesmo quando têm grande demanda. Já os internacionais são mais evidentes, o que leva a maiores complicações” destaca o produtor. Em ambos casos, reforça Guimarães, o ponto primordial é o serviço. “É fundamental oferecer um ponto fixo de fácil acesso e uma rede de servidores que suporte a procura, garantindo assim conforto para a compra”, A Mondo é responsável pela turnê do The Killers e a vinda de Sting para o evento Nós Natura, ambos em novembro.

É de responsabilidade da produtora a contratação da equipe de apoio e da distribuidora de ingressos. Segundo Guimarães, o melhor dos mundos acontece quando há integração entre as empresas na prestação do atendimento. O produtor destaca o caso da turnê do Iron Maiden em março de 2008. “Os ingressos foram postos à venda desde o final de 2007 e a demanda inicial foi muito grande”. Mesmo com o excesso de pessoas no sistema, ele garante que a rede não caiu.

Em se tratando de venda de ingressos, a tecnologia consegue ser ao mesmo tempo aliada e inimiga do público. Atualmente, a internet representa cerca de 50% das vendas. Em 2003, não passava de 10%. Daí a dificuldade de carregar páginas e concluir as transações.

Esse aumento traz como consequência a cobrança da taxa de conveniência, tanto para aquisições na web como nas centrais de telemarketing. Em média, o custo do serviço é de 15% do valor do ingresso. “O valor recolhido da taxa de conveniência é investido nos canais de venda para garantir a infraestrutura”, argumenta Aires, da Live Pass.
Já para Walter Balsinelli, sócio-diretor da DWA, grupo proprietário da distribuidora Ingresso Fácil e da produtora de shows Unique, o cliente que foge da compra eletrônica não percebe os custos que envolvem a aquisição no local. “Para não pagar a taxa de entrega, ele prefere enfrentar a fila e, boa parte das vezes, recorre a cambistas e paga um ágio de 150% do valor do ingresso. O consumidor reclama, mas também não ajuda”, questiona Balsinelli.

Para solucionar de uma vez as excessivas filas e os cambistas, a Ingresso Fácil está prestes a lançar um cartão eletrônico para eventos. Batizado provisoriamente como cartão-entretenimento, o dispositivo é recarregável em qualquer lotérica e poderá comportar entradas para vários programas, de shows a partidas de futebol. No entanto, o cartão é pessoal e intransferível, carregando apenas um único ingresso por vez.

Já a Live Pass investe nos celulares. “Os serviços móbile serão um importante canal de vendas. Através de acordos com as distribuidoras e operadoras de celulares, o cliente receberá o código de barras ou o seu sistema numérico e mostrará diretamente na entrada, dispensando filas e papel”, aposta Aires. O serviço está em fase final de testes.
Enquanto as novas tecnologias não chegam, o importante é se programar para os próximos shows. O Guia da Semana selecionou algumas dicas na hora de comprar as entradas para momentos mágicos que não têm preço.

Filinha básica: Mesmo com a disseminação da internet e dos sistemas de televendas, há fãs que curtem o clima do gargarejo desde a hora da compra. É o caso de Jorge Quintas, músico e professor de filosofia. “Ainda não confio totalmente na compra pela internet e estar na bilheteria dá mais sensação de confiança, além de ser quase um pré-show, pois você vai com amigos e conhece pessoas na fila. O problema é quando a organização não oferece infraestrutura necessária, como toldos em locais abertos em dia de chuva”, comenta. Outra vantagem observada pelos usuários é não pagar a taxa de conveniência. Mas isso só é garantido no ponto oficial. Os demais, como lojas de conveniência ou quiosques em shoppings, também cobram pela taxa.

Page not found: A web revolucionou todas as relações humanas e comerciais. A venda de ingressos são seria diferente. “Os sites evoluíram e apresentam interfaces mais agradáveis. A resistência daqueles que evitam a internet é cultural e tende a acabar”, destaca Maurício Aires, da Live Pass. No entanto, os usuários reclamam. “Os sites não têm o suporte necessário para grandes shows e não há uma tela de confirmação da compra”, registra Denis Lopes. Para evitar problemas, Balsinelli, da Ingresso Fácil, destaca que o cliente comprar as entradas logo na primeira quinzena, quando a procura é menor. Ao entrar no site, só deve entrar na área de compra quando souber quantos e quais lugares quer. Segundo ele, não há diferença para o servidor entre ingressos numerados ou pista. O mais importante é ter o cartão de crédito em mãos para agilizar a compra.

Vou estar transferindo: Odiada pela maioria das pessoas, a compra por teleatendimento é mais prática do que parece, pois é menos utilizada pelos clientes do que a web. As instruções são as mesmas: saber o que quer comprar e estar com os documentos para facilitar o processo. E não desconte a raiva no operador. Ele não tem culpa do sistema travar ou ser lento. Já o excesso de gerúndios…

No dia D: Antes de vestir a camisa da banda e repassar todo o set list, estude a melhor forma de chegar e sair do local da apresentação. Priorize o transporte público ou junte os amigos para dividir um táxi ou irem em um único carro. Nas compras pela web e teleatendimento em que se pode retirar o ingresso na bilheteria, não se esqueça de levar documento com foto.

A cantora canadense Alanis Morisette. (Foto: AP)

A cantora canadense Alanis Morissette já está no Brasil para sua turnê, que começou nesta quarta-feira em Manaus, com uma apresentação no Studio 5 e deve passar por mais dez cidades – entre ela, São Paulo, que, segundo a assessoria de imprensa do show, está com ingressos esgotados.

A cantora toca em São Paulo no dia 3 de fevereiro, no Via Funchal. As outras datas são Brasília (23 de janeiro, no Ginásio Nilson Nelson), Fortaleza (24, no Siará Hall), Teresina (28, no Atlantic City Club), Recife (30, no Chevrolet Hall) e Salvador (31, no Festival de Verão).

Em fevereiro, além de São Paulo, Morissette se apresenta no Rio de Janeiro (dia 4, no HSBC Arena), em Belo Horizonte (dia 5, no Chevrolet Hall), Florianópolis (dia 7, na Pachá) e Porto Alegre (dia 10, no Pepsi on Stage).

A roqueira deve apresentar músicas de seu álbum mais recente, “Flavors of entanglement”, lançado em 2008.

O trabalho foi produzido por Guy Sigsworth, que tem no currículo gravações com Madonna, Björk e Britney Spears. A cantora deve incluir no repertório antigos hits como “Ironic”, “You learn”, e “Head over feet”.

Parcerias

Alanis fez parcerias com Ringo Starr e Dave Matthews Band, entre muitos outros, ganhou sete prêmios Grammy, e teve músicas incluídas em filmes como “Dogma”, “O diabo veste Prada”, “De-Lovely”, “As crônicas de Nárnia” e “Cidade dos anjos”.

Como atriz, participou de “Sex and the city” e “Curb your enthusiasm”, de três episódios do seriado “Nip/Tuck”, e viveu Deus no filme “Dogma”.

No palco, Alanis estrelou “Monólogos da vagina” e a peça off-Broadway “The exonerated”. Recentemente, Alanis terminou sua primeira participação como atriz principal no papel de Sylvia, na adaptação para o cinema do livro de Philip K Dick, “Radio Free Albemuth”.

Paródia

No ano passado, Alanis lançou uma hilariante paródia de “My humps”, do Black Eyed Peas. Sensação no YouTube, o vídeo teve mais de 12 milhões de acessos e foi um dos mais baixados de 2007.

Alanis ainda encontra tempo especialmente para apoiar causas e organizações ambientais, como a Reverb, uma ONG que ajuda músicos e fãs de músicos a buscar sustentabilidade ambiental através de iniciativas de neutralização de emissões de carbono.